Quer que o escritório veja o seu histórico?
Avaliar meu casoO que pode estar errado
- Tempo especial não reconhecido, principalmente em hospital, pronto-socorro e centro cirúrgico, por PPP incompleto ou por não ter sido apresentado.
- Períodos ou contribuições que ficaram fora do cálculo, por não aparecerem no extrato do CNIS.
- Salários registrados com valor menor do que o recebido.
- Regra escolhida que não era a mais vantajosa dentre as possíveis.
- Vínculos simultâneos não somados corretamente.
Prazo
O prazo geral é de dez anos, contados a partir do primeiro pagamento do benefício. Passado esse prazo, o INSS pode negar a revisão. Já os valores atrasados, quando há direito, costumam ser cobrados dos últimos cinco anos.
Como é a análise
- Leitura da carta de concessão, que mostra como o INSS calculou o benefício.
- Conferência do extrato do CNIS e dos PPPs de cada local de trabalho.
- Comparação entre o que foi concedido e o que poderia ter sido, em cada regra possível.
- Estimativa do ganho. Quando não há diferença relevante, isso também é dito.
A análise antes do pedido é importante porque nem toda revisão resulta em aumento, e é melhor saber disso antes de começar.
Documentos úteis
- Carta de concessão e memória de cálculo, que podem ser obtidas no Meu INSS.
- Extrato do CNIS.
- PPPs e laudos de cada empregador.
- Carteiras de trabalho e comprovantes de contribuição como autônomo ou PJ.
Como é o primeiro atendimento
- Você responde a avaliação pelo celular. São perguntas de tocar, sobre o seu momento e o seu tipo de vínculo.
- A equipe recebe o seu resumo no WhatsApp e pede só o que falta, em geral o extrato do CNIS e os PPPs.
- Você recebe as opções explicadas, com vantagens e cuidados de cada uma, para decidir com segurança.
Tudo é feito online, de qualquer lugar do Brasil, e as informações são tratadas com sigilo.
Cada histórico tem um caminho. Vamos encontrar o seu?
Avaliar meu casoConteúdo informativo, que não substitui a análise individual do caso. [revisão jurídica do Rodrigo pendente]